Comunicação Portal Social
Uma pesquisa realizada pela emissora de TV Nickelodeon mostrou que as crianças brasileiras são as que menos praticam esportes nas escolas e menos se preocupam com o meio ambiente e a sustentabilidade entre os latino-americanos. De acordo com o estudo, 56% das crianças brasileiras dão atenção ao meio ambiente, enquanto países como México, Venezuela e Chile apresentam índices de 84%, 73% e 70%, respectivamente.
De acordo com a pesquisa, os brasileirinhos não sabem muito o que fazer pela sustentabilidade, mas buscam desempenhar o básico, como: não jogar lixo na rua, não escovar os dentes com a torneira aberta ou demorar pouco tempo no banho. Mas, apesar de ainda estarem aprendendo sobre cuidados com o meio ambiente, a pesquisa mostrou que as crianças brasileiras são bastante suscetíveis a ações ecológicas de empresas - como plantar mudas nativas ou utilizar papéis reciclados.
Os jogos são aliados
Para tentar mudar esse cenário, professores e pais tentam educar as crianças por meio de jogos e atividades lúdicas. Segundo a educadora de infância Mônica Semedo "ao jogar, a criança aprende a conviver em grupo e a lidar com frustrações quando não ganha o jogo, apura a concentração e a atenção sobre tudo o que está à sua volta".
Esse tipo de atividade também é incentivada por institutos que trabalham com a divulgação de práticas sustentáveis, como o consumo consciente e a reciclagem, por exemplo. De acordo com o Instituto Akatu, os jogos contemporâneos podem ajudar nessa lição. Os chamados "ecojogos" são uma alternativa educacional a ser utilizada, pois divertem e transmitem mensagens em prol do meio ambiente e de atitudes
sustentáveis.
Fonte: EcoDesenvolvimento
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Mudanças climáticas deixam alerta no planeta: falta d’água e de comida
Mais quente, mais propenso a desastres naturais e com menos comida. É o planeta Terra em um futuro cada vez mais próximo.
Muito tem se falado sobre o aquecimento do planeta e todos se mostram assustados com essas enchentes, com a chuva e com o mau tempo que castiga não só o Brasil, mas outros continentes. Mais calor, menos comida e mais um efeito preocupante das mudanças no clima: a falta d’água e a falta de comida para milhões e milhões de pessoas.
A comida parece farta em supermercados de grandes centros do mundo, mas nos últimos anos têm sido cada vez mais frequentes protestos isolados por causa do preço dos alimentos. Especialista em agronegócios, o britânico Richard Warburton diz que a guerra do futuro pode ser para conseguir água e comida e não, como se pensava, a disputa por petróleo e territórios.
Em Nova York, as Nações Unidas estudam os efeitos do aquecimento global. As pesquisas indicam uma reação em cascata. As mudanças climáticas afetam a produção agropecuária. Com isso, a oferta diminui e os preços dos alimentos disparam.
Em Teresópolis, as chuvas destruíram 80% da produção agrícola. O Quênia acaba de enfrentar a terceira pior estiagem em mais de uma década. Nessa época do ano, era para o capim estar verde e alto, mas os produtores locais reclamam que perderam centenas de cabeças de gado, porque não havia o que comer.
Mesmo em países onde o clima é favorável à agricultura, os efeitos do aquecimento global são sentidos pelos produtores. Os recursos naturais estão diminuindo, e a explosão da população mundial indica que o problema pode se agravar nas próximas décadas.
O chefe do painel da ONU sobre mudanças climáticas, Rajendra Pachauri, prevê um futuro sombrio. “Inicialmente os preços vão subir. Depois haverá escassez de produtos no mundo”, afirma.
As fontes naturais para produção de alimentos estão sob ameaça. Do petróleo não se refina apenas o combustível dos tratores e caminhões usados na agricultura. Ainda se tira o plástico usado para processar e empacotar a comida. Na quarta-feira (19), o preço do barril estava sendo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York por menos de US$ 91, mas há dois anos chegou a custar quase US$ 150 por causa das ameaças de queda na produção mundial.
A alternativa, o biocombustível, ainda provoca polêmica. Nos Estados Unidos, a estimativa é de que um terço do plantio de milho seja usado para produzir etanol. O risco é que a produção de biocombustível consuma o que poderia servir de comida e inflacione ainda mais o preço dos alimentos.
A falta de água também é uma ameaça. Mais de um bilhão de pessoas não tem acesso à água limpa, e o consumo deve dobrar nos próximos 20 anos. Em Punjab, na Índia, o uso da água para irrigar as plantações de trigo secou parte dos rios. Os fazendeiros antes cavavam poços rasos e logo encontravam água. Agora estão se endividando para comprar equipamentos caros que consigam perfurar poços profundos. Nem assim têm encontrado água. Os recursos naturais são limitados.
A população do mundo dobrou nos últimos 40 anos para quase sete bilhões de pessoas. Especialistas alertam que, usando as técnicas atuais de agricultura, não vamos conseguir produzir para tanta gente. Em 2050, precisaremos ter o dobro da quantidade de comida que é produzida agora. É como se criássemos uma fazenda do tamanho do Brasil apenas para alimentar a nova população mundial.
Nos mares e rios, as previsões também são pessimistas. A pesca predatória está levando peixes e mariscos à extinção. Especialistas acreditam que os estoques acabariam a partir de 2048.
“Precisamos mudar nossos hábitos alimentares. A quantidade de comida consumida em países ricos não é sustentável, e o consumo em países em desenvolvimento vai continuar aumentando”, diz Pachauri.
O mundo tem o desafio de mudar a relação com os alimentos: o que e quanto se come e a forma de distribuição entre a população mundial.
Fonte: G1
Muito tem se falado sobre o aquecimento do planeta e todos se mostram assustados com essas enchentes, com a chuva e com o mau tempo que castiga não só o Brasil, mas outros continentes. Mais calor, menos comida e mais um efeito preocupante das mudanças no clima: a falta d’água e a falta de comida para milhões e milhões de pessoas.
A comida parece farta em supermercados de grandes centros do mundo, mas nos últimos anos têm sido cada vez mais frequentes protestos isolados por causa do preço dos alimentos. Especialista em agronegócios, o britânico Richard Warburton diz que a guerra do futuro pode ser para conseguir água e comida e não, como se pensava, a disputa por petróleo e territórios.
Em Nova York, as Nações Unidas estudam os efeitos do aquecimento global. As pesquisas indicam uma reação em cascata. As mudanças climáticas afetam a produção agropecuária. Com isso, a oferta diminui e os preços dos alimentos disparam.
Em Teresópolis, as chuvas destruíram 80% da produção agrícola. O Quênia acaba de enfrentar a terceira pior estiagem em mais de uma década. Nessa época do ano, era para o capim estar verde e alto, mas os produtores locais reclamam que perderam centenas de cabeças de gado, porque não havia o que comer.
Mesmo em países onde o clima é favorável à agricultura, os efeitos do aquecimento global são sentidos pelos produtores. Os recursos naturais estão diminuindo, e a explosão da população mundial indica que o problema pode se agravar nas próximas décadas.
O chefe do painel da ONU sobre mudanças climáticas, Rajendra Pachauri, prevê um futuro sombrio. “Inicialmente os preços vão subir. Depois haverá escassez de produtos no mundo”, afirma.
As fontes naturais para produção de alimentos estão sob ameaça. Do petróleo não se refina apenas o combustível dos tratores e caminhões usados na agricultura. Ainda se tira o plástico usado para processar e empacotar a comida. Na quarta-feira (19), o preço do barril estava sendo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York por menos de US$ 91, mas há dois anos chegou a custar quase US$ 150 por causa das ameaças de queda na produção mundial.
A alternativa, o biocombustível, ainda provoca polêmica. Nos Estados Unidos, a estimativa é de que um terço do plantio de milho seja usado para produzir etanol. O risco é que a produção de biocombustível consuma o que poderia servir de comida e inflacione ainda mais o preço dos alimentos.
A falta de água também é uma ameaça. Mais de um bilhão de pessoas não tem acesso à água limpa, e o consumo deve dobrar nos próximos 20 anos. Em Punjab, na Índia, o uso da água para irrigar as plantações de trigo secou parte dos rios. Os fazendeiros antes cavavam poços rasos e logo encontravam água. Agora estão se endividando para comprar equipamentos caros que consigam perfurar poços profundos. Nem assim têm encontrado água. Os recursos naturais são limitados.
A população do mundo dobrou nos últimos 40 anos para quase sete bilhões de pessoas. Especialistas alertam que, usando as técnicas atuais de agricultura, não vamos conseguir produzir para tanta gente. Em 2050, precisaremos ter o dobro da quantidade de comida que é produzida agora. É como se criássemos uma fazenda do tamanho do Brasil apenas para alimentar a nova população mundial.
Nos mares e rios, as previsões também são pessimistas. A pesca predatória está levando peixes e mariscos à extinção. Especialistas acreditam que os estoques acabariam a partir de 2048.
“Precisamos mudar nossos hábitos alimentares. A quantidade de comida consumida em países ricos não é sustentável, e o consumo em países em desenvolvimento vai continuar aumentando”, diz Pachauri.
O mundo tem o desafio de mudar a relação com os alimentos: o que e quanto se come e a forma de distribuição entre a população mundial.
Fonte: G1
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Degelo acelerado dos Andes ameaça América do Sul
Por Fabiano Ávila - Desaparecimento das geleiras em países como o Peru, que dependem delas para o fornecimento de água, já preocupa e pode resultar em milhões de refugiados climáticos e na desestabilização de todo o continente.
O Peru possui 70% de todas as geleiras existentes na zona tropical do planeta, que são fundamentais para o fornecimento de água e para o próprio clima de diversos países. Porém o aumento da temperatura está provocando o degelo dessas regiões em um ritmo mais rápido que o previsto por cientistas e existe o risco de que nos próximos 10 anos geleiras inteiras deixem de existir.
Se esse cenário se confirmar, uma grande crise econômica e social pode desestabilizar todo o continente, fazendo surgir mais conflitos entre os países.
“Imagine o que pode acontecer se as geleiras andinas se forem e milhões de pessoas famintas tiverem que migrar para outras regiões”, explicou ao jornal Washington Post o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), James Woolsey.
Dados dos últimos 40 anos do governo peruano já mostram o impacto do degelo na agricultura e no modo de vida das pessoas que moram nas zonas mais próximas às geleiras.
“Antes eu caminhava duas horas e já alcançava a geleira. Mas agora, eu ando cinco, seis horas para chegar à ela. Nós pegamos toda a nossa água de lá, se o gelo desaparecer simplesmente não teremos mais água”, disse Maximo Juan Malpaso Carranza, agricultor da comunidade andina de Utupampa.
Mais de dois milhões de peruanos dependem diretamente da água coletada na chamada Cordilheira Branca. Porém, pesquisadores afirmam que essas montanhas já perderam 30% de suas geleiras desde 1970.
O próprio governo do país reconhece que precisa de ajuda para lidar com a situação, seja com a construção de reservatórios e represas ou com investimentos que melhorem a produção agrícola.
“Se o Peru e seus aliados não criarem projetos para conservar água, melhorar a infraestrutura e controlar o degelo nos próximos cinco anos, o desaparecimento das geleiras podem levar a um desastre social e econômico”, afirmou Alberto Hart, conselheiro de mudanças climáticas do Ministério de Relações Exteriores do Peru.
Para minimizar esse quadro, o governo peruano está tentando arrecadar junto à comunidade internacional US$ 350 milhões por ano até 2030.
No ano passado, o Peru recebeu US$ 30 milhões dos Estados Unidos em ajuda para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Porém, a maior parte desses recursos acabou destinada para as áreas de florestas do país.
O Banco Mundial já vem trabalhando com o Peru para monitorar o suprimento de água e implementar modificações na agricultura. Japão, Austrália e Suiça também ofereceram ajuda.
Mas o degelo dos Andes não afetará apenas o Peru, pois terá sérias consequências de forma direta na Bolívia e no Equador, onde cidades já convivem com a ameaça de enchentes relâmpago e seca. Os rios que formam a Bacia Amazônica também deverão sofrer, já que nascem na cordilheira. Todos os impactos do degelo ainda não estão claros e mais estudos deveriam ser incentivados pelos governos sul-americanos.
A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) identifica a América do Sul como uma das áreas mais vulneráveis às mudanças climáticas. Além do degelo dos Andes, praticamente todo o litoral do continente está sujeito a fortes tempestades e enchentes, fenômenos extremos que põe em risco milhões de pessoas devido à densidade populacional e a ocupação desordenada nas cidades.
Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
Nota Jatai News - Para quem não sabe o Rio Amazonas nasce nas cordilheiras do Perú e esse degelo pode afetar o maior eco-sistema do mundo que é a floresta amzônica. Realmente é de dar medo.
O Peru possui 70% de todas as geleiras existentes na zona tropical do planeta, que são fundamentais para o fornecimento de água e para o próprio clima de diversos países. Porém o aumento da temperatura está provocando o degelo dessas regiões em um ritmo mais rápido que o previsto por cientistas e existe o risco de que nos próximos 10 anos geleiras inteiras deixem de existir.
Se esse cenário se confirmar, uma grande crise econômica e social pode desestabilizar todo o continente, fazendo surgir mais conflitos entre os países.
“Imagine o que pode acontecer se as geleiras andinas se forem e milhões de pessoas famintas tiverem que migrar para outras regiões”, explicou ao jornal Washington Post o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), James Woolsey.
Dados dos últimos 40 anos do governo peruano já mostram o impacto do degelo na agricultura e no modo de vida das pessoas que moram nas zonas mais próximas às geleiras.
“Antes eu caminhava duas horas e já alcançava a geleira. Mas agora, eu ando cinco, seis horas para chegar à ela. Nós pegamos toda a nossa água de lá, se o gelo desaparecer simplesmente não teremos mais água”, disse Maximo Juan Malpaso Carranza, agricultor da comunidade andina de Utupampa.
Mais de dois milhões de peruanos dependem diretamente da água coletada na chamada Cordilheira Branca. Porém, pesquisadores afirmam que essas montanhas já perderam 30% de suas geleiras desde 1970.
O próprio governo do país reconhece que precisa de ajuda para lidar com a situação, seja com a construção de reservatórios e represas ou com investimentos que melhorem a produção agrícola.
“Se o Peru e seus aliados não criarem projetos para conservar água, melhorar a infraestrutura e controlar o degelo nos próximos cinco anos, o desaparecimento das geleiras podem levar a um desastre social e econômico”, afirmou Alberto Hart, conselheiro de mudanças climáticas do Ministério de Relações Exteriores do Peru.
Para minimizar esse quadro, o governo peruano está tentando arrecadar junto à comunidade internacional US$ 350 milhões por ano até 2030.
No ano passado, o Peru recebeu US$ 30 milhões dos Estados Unidos em ajuda para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Porém, a maior parte desses recursos acabou destinada para as áreas de florestas do país.
O Banco Mundial já vem trabalhando com o Peru para monitorar o suprimento de água e implementar modificações na agricultura. Japão, Austrália e Suiça também ofereceram ajuda.
Mas o degelo dos Andes não afetará apenas o Peru, pois terá sérias consequências de forma direta na Bolívia e no Equador, onde cidades já convivem com a ameaça de enchentes relâmpago e seca. Os rios que formam a Bacia Amazônica também deverão sofrer, já que nascem na cordilheira. Todos os impactos do degelo ainda não estão claros e mais estudos deveriam ser incentivados pelos governos sul-americanos.
A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) identifica a América do Sul como uma das áreas mais vulneráveis às mudanças climáticas. Além do degelo dos Andes, praticamente todo o litoral do continente está sujeito a fortes tempestades e enchentes, fenômenos extremos que põe em risco milhões de pessoas devido à densidade populacional e a ocupação desordenada nas cidades.
Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
Nota Jatai News - Para quem não sabe o Rio Amazonas nasce nas cordilheiras do Perú e esse degelo pode afetar o maior eco-sistema do mundo que é a floresta amzônica. Realmente é de dar medo.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Corrente de Solidariedade
Quem tem acompanhado nos últimos dias os telejornais, sabe que a Região Serrana, no RJ, tem passado por severos percalços. Em dois dias, em três cidades, já foram confirmados mais de 600 mortos e muitos, muitos feridos. Em virtude das chuvas e pedidos, estamos concentrando nossas forças nessa corrente de solidariedade.
Doações Prioritárias:
Roupas
Prioridade 1 é roupa íntima NOVA ou em boas condições de uso e LIMPA. (Infelizmente, recebem-se cuecas e calcinhas sujas)
Roupas comuns de uso podem ser doadas, mas não são tão necessárias.
Prioridade 1 é roupa íntima NOVA ou em boas condições de uso e LIMPA. (Infelizmente, recebem-se cuecas e calcinhas sujas)
Roupas comuns de uso podem ser doadas, mas não são tão necessárias.
Água
De preferência em garrafas de1,5 l (pacote com 6). Galões são pouco práticos para manejar e estão sujeitos a contaminação na hora de distribuir
ao invés de água, pastilhas de cloro que transformam a água (local) sujaem potável. São mais baratas e muito mais fáceis de transportar
De preferência em garrafas de
ao invés de água, pastilhas de cloro que transformam a água (local) suja
Material de higiene pessoal
Escova e pasta de dentes, sabonetes, pentes, escovas de cabelo, desodorante, lâminas de barbear descartáveis
Álcool líquido e principalmente, ÁLCOOL GEL
Escova e pasta de dentes, sabonetes, pentes, escovas de cabelo, desodorante, lâminas de barbear descartáveis
Álcool líquido e principalmente, ÁLCOOL GEL
Material de higiene geral
MUITA água sanitária (cândida)
Esponja e bombril
Detergente
Sabão em pó ou em pedra
MUITA água sanitária (cândida)
Esponja e bombril
Detergente
Sabão em pó ou em pedra
Caixas de papelão de tamanho médio, mesmo usadas e fita adesiva.
Se possível, já leve sua doação embalada em caixas devidamente etiquetadas com informação sobre o conteúdo.
Se possível, já leve sua doação embalada em caixas devidamente etiquetadas com informação sobre o conteúdo.
Lista de locais para Doações para a Região Serrana em Itaperuna.
- Sesi Itaperuna: Av. Dep. José de Cerqueira Garcia, 883 - Bairro Presidente Costa e Silva
- Senai Itaperuna: Av. Zulamith Bittencourt, 190/ 1o. e 2o. andar - Cidade Nova
- Matriz São José do Avahy – Av. Cardoso Moreira, Centro.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
O bairro Cidade Nova sofre alagamentos constantemente.
Há anos que os moradores da Rua Pedro Alves de Oliveira, no bairro Cidade Nova, vem pedindo a Secretaria de Obras da Prefeitura providencias com relação aos bueiros entupidos. Sem solução a situação está cada vez pior.
No dia 27 de dezembro de 2010, após uma forte chuva, a rua ficou por mais de 12 horas interditada como mostram as fotos acima.
É muito fácil apontar a causa desses alagamentos: bueiros entupidos.
Além da falta de manutenção nestes, a cada dia mais terra desce das encostas que são cortadas sem nenhum critério justamente antes da chegada do verão (Foto acima).
A vegetação sendo retirada qualquer chuva desloca grande quantidades de terras para as calhas que drenam as ruas.
Mais uma vez os moradores reivindicam solução para um problema que afeta não apenas a esta rua em particular mas a várias outras de nossa cidade
domingo, 12 de dezembro de 2010
A ONG Sociedades Amigos da Natureza participa do envento Semana da Ciência e Tecnologia
A ONG Sociedade Amigos da Natureza participou do evento Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - Ciência para o desenvolvimento sustentável, no dia 24 de outubro de 2010.
O propósito foi divulgar a realidade assoladora em relação ao meio ambiente natural no município de Itaperuna e incentivar condutas de prevenção a natureza.
O trabalho feito foi, a distribuição de Eco-sacolas, na qual reduz o número de sacolas plásticas jogadas no meio ambiente, e explicações de como uma pessoa pode ajudar a cuidar da natureza com simples atos.
por Neimar Salgado
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
SAN se prontifica a cuidar de filhotes de gambá.
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